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Os tratamentos estéticos estão muito em alta e são procurados por pessoas que querem manter a boa aparência e melhorar o contorno corporal. Duas técnicas que são parecidas, mas que apresentam diferenças marcantes, são a criofrequência ou a radiofrequência.

Ambas usam tecnologias que trabalham com a emissão de ondas eletromagnéticas, com o objetivo de aumentar a temperatura do tecido. O calor gera vários efeitos fisiológicos no organismo que são eficazes para combater rugas, flacidez tissular e gordura localizada. No entanto, conhecer as suas diferenças é fundamental para optar pelo tratamento ideal, de acordo com as suas necessidades.

Neste post, mostraremos as principais características da criofrequência e radiofrequência. Confira!

O que é radiofrequência?

A radiofrequência é um tratamento que utiliza a emissão de ondas eletromagnéticas, aumentando a temperatura dos tecidos. Elas atingem a parte do corpo de modo superficial ou mais profundo, como a hipoderme, dependendo da frequência usada no equipamento.

Para realizar o tratamento, basta que a pessoa fique deitada em uma maca. Depois, a pele é higienizada e aplica-se um gel condutor ou um produto à base de vaselina sobre a região a ser tratada. Essa é uma das técnicas mais efetivas, seguras e rápidas para eliminar gordura localizada e celulite.

O que é criofrequência?

A criofrequência é basicamente a evolução da radiofrequência, pois apresenta os mesmos efeitos e tecnologia. A diferença principal é que a ponteira usada no tratamento é resfriada, chegando à temperatura de -10°C.

No tempo de aplicação, a paciente costuma sentir somente um “frio”, em decorrência do congelamento da ponteira que atua de fora para dentro na pele. Esse resfriamento faz com que o procedimento seja mais confortável, permitindo que a temperatura interna fique maior, em torno de 60°C.

Esse calor atua de dentro para fora, enquanto o resfriamento age de fora para dentro. Com isso, são criadas zonas intermediárias nos tecidos de choque térmico, provocando modificações no metabolismo local, tornando os resultados bem satisfatórios.

Qual o melhor procedimento?

Ambos procedimentos apresentam muitas vantagens e, para escolher a melhor opção, é fundamental consultar uma clínica estética conceituada e reconhecida no mercado. A radiofrequência, por exemplo, além de não causar danos colaterais, ainda combate a flacidez, reduz a gordura e elimina rugas de modo indolor, seguro e rápido.

Outras vantagens desse tratamento estético são:

  • melhora na microcirculação;
  • redução de culote, papadas e flancos;
  • aceleração na eliminação de toxinas;
  • aumento da oxigenação;
  • aumento na produção de fibras de elastina e colágeno.

Uma das desvantagens é a possibilidade de queimadura na pele pelo mau uso do equipamento. Já na criofrequência, os resultados podem ser observados no início do tratamento, logo nas primeiras sessões.

Outros benefícios são:

  • rejuvenescimento da pele;
  • combate à gordura localizada;
  • melhora da flacidez íntima;
  • redução de estrias;
  • melhora no aspecto da celulite.

Apesar disso, a criofrequência é contraindicada para algumas pessoas, como quem tem marcapasso, dermatite, epilepsia ou que faz uso de corticoides.

Viu só as diferenças entre criofrequência ou radiofrequência? Apesar de serem tratamentos similares, é importante consultar uma dermatologista para que ela indique a melhor opção para o seu caso.

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