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O tratamento para estrias brancas é um dos mais procurados pelos pacientes que não estão contentes com o que enxergam quando se olham no espelho e decidem dar um jeito em suas estrias.

Essas marcas podem surgir em consequência de uma distensão rápida de algumas regiões do corpo, tornando-as perceptíveis em pouco tempo e o resultado não é nada agradável para algumas pessoas.

Felizmente, existem tratamentos estéticos para amenizar a aparência das estrias brancas que devem ser associados a bons hábitos alimentares, exercícios físicos periódicos e hidratação constante.

Quer saber mais sobre estrias para entender como preveni-las e tratá-las efetivamente? Além disso, tem dúvidas de quais são os métodos mais indicados no tratamento para estrias brancas e vermelhas? Preparamos um artigo especial em que você vai encontrar tudo o que precisa saber a respeito do assunto. Confira!

O que é uma estria?

Estrias são cicatrizes que se formam quando ocorre o estiramento da pele, fazendo com que as fibras colágenas e elásticas do órgão sejam destruídas. Elas aparecem em diversas partes do corpo, como no bumbum, barriga, braços, pernas, entre outros.

As linhas vão se formar com a diminuição da espessura, tanto da derme quanto da epiderme. Na maioria dos casos, elas não apresentam qualquer tipo de sintoma além de uma pequena ardência ou coceira na região.

As estrias brancas podem se acumular em linhas paralelas e são mais visíveis nas peles parda e negra devido ao contraste da cor, porém, pessoas com pele branca sofrem desse problema também.

O que pode causar estrias?

As causas do surgimento das estrias são bastante variadas.

Nos homens, os principais fatores que motivam o aparecimento delas são:

  • Uso excessivo de anabolizantes;
  • Prática excessiva de musculação;
  • Crescimento natural abrupto;
  • Ganho de peso.

No corpo masculino, elas surgem principalmente nos ombros, costas e braços.

No caso das mulheres, existem outros fatores que podem ser determinantes para a manifestação das estrias. Os principais são:

  • Colocação de prótese de silicone;
  • Ganho de peso;
  • Crescimento muito rápido;
  • Gravidez.

As mulheres sofrem mais com o surgimento de estrias em muitas regiões do corpo. Um exemplo são as grávidas, que podem apresentar estrias tanto nos seios quanto no abdômen.

Também, meninas que estão na puberdade costumam ter estrias causadas pelo crescimento e desenvolvimento rápido do corpo e pelo ganho de peso repentino, bastante comum nessa idade.

Além disso, as estrias podem surgir em várias partes do corpo feminino, como coxas, abdômen, glúteos e seios e em algumas pessoas se acontece em mais de uma parte, causando mais frustração.

Qual é a diferença entre estrias brancas e vermelhas?

Estrias brancas ou vermelhas são bem comuns e não são raros os casos de pessoas que tenham tanto as linhas brancas quanto as vermelhas. A grande diferença entre elas é há quanto tempo elas estão na pele.

As estrias que surgem em um tom avermelhado ou, em alguns casos, arroxeadas são estrias mais novas e, nesses casos, é possível evitar o aparecimento de mais linhas com a ajuda da medicina estética.

Essas estrias surgem quando as camadas de pele de uma determinada região do corpo já se romperam, porém, estão em pleno processo inflamatório. A área assume a coloração avermelhada ou arroxeada devido ao aumento da vascularização para reparar o dano do tecido. Nesse estágio, elas são mais fáceis de tratar e regredir o processo.

As estrias brancas são o estágio mais avançado do rompimento das camadas de pele de uma determinada região do corpo. Quando há a cicatrização total do tecido, as estrias, então, assumem uma característica fibrosa e avascularizada.

Também existe diferença entre os tipos de estria quanto à sua textura. As estrias que são mais altas em relação à superfície da pele são chamadas estrias hipertróficas. Elas criam uma elevação que é bastante incômoda para o paciente, pois parece muito mais exposta.

Quando essas estrias são mais baixas em comparação à superfície da pele, criando uma depressão na região em que ocorreu o estiramento, recebem o nome de estrias atróficas. Porém, o aspecto visual é bastante parecido entre elas.

Quais são os tratamentos para estrias brancas?

Exitem dezenas de tratamentos estéticos disponíveis no mercado. No entanto, poucos são os que realmente ajudam de maneira efetiva no tratamento para estrias brancas, devido à sua característica fisiológica permanente.

É preciso ter em mente que a duração e os resultados dos tratamentos são obtidos com a união de vários fatores. Por esse motivo, não é possível garantir que os resultados de um tratamento surgirão no tempo que cada paciente deseja.

Confira, a seguir, os tratamentos para estrias brancas que realmente funcionam e podem ajudar você com esse problema que afeta milhares de homens e mulheres.

Carboxiterapia

A carboxiterapia é, provavelmente, um dos procedimentos estéticos mais antigos de que se tem notícia. Utilizada desde o século XVIII, ela tem como objetivos melhorar a circulação sanguínea e auxiliar na regeneração dos tecidos. As observações feitas por cientistas, há séculos, já comprovavam a eficácia do tratamento.

Basicamente, a carboxiterapia consiste na infusão de gás carbônico em várias camadas da pele para que seja possível atingir o resultado desejado.

Como é feita a carboxiterapia?

A carboxiterapia é realizada com a utilização de agulha e equipo, espécie de mangueira que conduz o gás do cilindro para a extremidade da agulha.

Sendo assim, primeiramente, é feita uma avaliação clínica completa do paciente com o profissional de saúde para identificar os pontos as serem trabalhados, bem como entender a expectativa.

Depois disso, o profissional analisará a quantidade de gás que deve ser utilizada na realização do tratamento. Essa questão varia de paciente para paciente e é definida, também, de acordo com a finalidade do procedimento.

Nos tratamentos realizados com a finalidade de combater a celulite e gordura localizada, a agulha é inserida na camada entre a gordura que se deseja eliminar e a pele para que seja feita a infusão do gás.

Já no tratamento para estrias brancas, a agulha faz a liberação do gás carbônico após ser inserida dentro da cicatriz formada pelo estiramento da pele do paciente, o que causa um leve incomodo na região.

Nesse procedimento, o gás carbônico distende o tecido da cicatriz, fazendo com que o espaço criado com esse deslocamento seja preenchido pelo gás, estimulando a produção de colágeno na região.

Além disso, faz com que os tecidos sejam mais bem irrigados pela corrente sanguínea, que se beneficia da dilatação dos vasos sanguíneos existentes e estimula a formação de novos vasos.

O gás carbônico, também, auxilia no rompimento de fibroses do tecido subcutâneo, o que auxilia no combate às estrias brancas ou vermelhas que se desenvolveram recentemente.

O tempo para que os resultados da carboxiterapia se tornem visíveis vai depender da quantidade de sessões indicada pelo médico e, principalmente, da adesão do paciente a outras medidas.

Dessa forma, os hábitos do paciente são determinantes para que os resultados do procedimento durem mais tempo. Alguns exemplos do que deve ser adotado são a alimentação saudável e a prática de atividades físicas para evitar o surgimento de novas estrias.

Quais são as contraindicações da carboxiterapia?

A carboxiterapia é um tratamento que tem poucas contraindicações, que não devem ser ignoradas por quem deseja se submeter ao procedimento. Mas, é importante que o biomédico esclareça os incômodos durante o procedimento.

Pessoas com diagnóstico de doenças pulmonares que causem a retenção de gás carbônico, como é o caso da doença pulmonar obstrutiva crônica, por exemplo, não devem se submeter ao procedimento.

Além disso, o paciente que apresentar qualquer tipo de infecção ativa na região a ser tratada não deve realizar o procedimento até que o problema desapareça por completo. Isso evita complicações não desejáveis.

Intradermoterapia

A intradermoterapia, também conhecida como mesoterapia, é um tratamento estético que consiste na aplicação de medicamentos sob a pele por meio de injeção. Serve para o tratamento de estrias brancas, celulite, gordura localizada e flacidez em mulheres e homens.

O objetivo do tratamento é fazer a introdução de altas concentrações de ativos, sempre definidos e acompanhamentos pelo biomédico, que direcionará para a área afetada conforme determinação prévia.

A injeção dessas altas concentrações de ativos tem como finalidade aumentar o resultado desejado com a realização do procedimento e demonstrar um “antes e depois” do tratamento para mostrar ao paciente.

Como é feita a intradermoterapia?

No processo de aplicação dos medicamentos, são utilizadas agulhas pequenas que vão introduzir as quantidades de ativos. O processo é simples, mas deve ser bem direcionado pelo biomédico.

A escolha dos medicamentos e a quantidade em que serão injetados por essas pequenas agulhas atuarão diretamente em determinadas células. Isso vai depender da finalidade do tratamento definido entre profissional e paciente.

As injeções podem perfurar a pele e atingir profundidade entre 0,5 e 4 milímetros, carregando uma solução com diversas substâncias em sua composição. Ao longo das sessões, a quantidade dos ativos pode variar.

Conhecida como mescla, a solução pode carregar componentes como enzimas, extratos de plantas, aminoácidos, vitaminas e outras substâncias que o biomédico julgue necessárias para o sucesso do tratamento.

Na maioria dos casos, os resultados da intradermoterapia são vistos a partir da quinta sessão. Mas, isso vai depender muito da finalidade do tratamento, assim como das substâncias utilizadas nas sessões.

O tratamento para estrias brancas pode ter uma duração bastante variável, sendo dividido em sessões semanais de cerca de 15 minutos. A recuperação é imediata para as atividades cotidianas e qualquer incômodo que o paciente apresentar após o procedimento deve ser comunicado ao profissional.

Quais são as substâncias mais utilizadas na intradermoterapia?

Muitas substâncias podem ser utilizadas sozinhas ou combinadas com outras nas sessões de intradermoterapia.

As substâncias que serão utilizadas em cada tratamento serão definidas pelo profissional conforme os objetivos de cada paciente ao se submeter ao procedimento.

No tratamento para estrias brancas, a solução utilizada na intradermoterapia, normalmente, contém substâncias que apresentam ótimos resultados na maioria dos casos em que são utilizadas.

Já quem procura pela intradermoterapia para tratar a celulite, encontra na L-Carnitina e no silício orgânico dois grandes aliados para acabar com as toxinas causadoras dessa condição.

Quais são as contraindicações da intradermoterapia?

Algumas pessoas, em determinadas situações, não devem se submeter à intradermoterapia. Por isso, sempre que se interessar por um procedimento estético, é fundamental esclarecer todas as dúvidas sobre as contraindicações.

Esse tratamento para estrias brancas é contraindicado para pessoas diagnosticadas com:

  • problemas cardíacos;
  • doenças crônicas;
  • alergia aos componentes da mescla;
  • doenças de pele no local da aplicação.

O tratamento também é contraindicado para mulheres durante o período gestacional ou que ainda estejam amamentando. Isso porque a aplicação de enzimas pode influenciar nas concentrações hormonais durante esse período.

Radiofrequência

Trata-se de um tratamento estético que pode ser utilizado para combater a flacidez do rosto ou do corpo. O aparelho de radiofrequência é calibrado pelo profissional que determinará a intensidade e duração do procedimento.

O tratamento com radiofrequência já se mostrou bastante eficaz no combate à gordura localizada, celulite, estrias, rugas e linhas de expressão. Contudo, deve ser feito por profissionais experientes, para evitar qualquer efeito indesejado.

Como é feito o tratamento com radiofrequência?

A radiofrequência tem a função de elevar a temperatura dérmica em até 61ºC. Isso faz com que haja uma lesão mediada e controlada que gera um processo de cicatrização de tecido, promovendo o preenchimento das estrias e diminuição da sua largura.

Esse aumento na temperatura na região a ser tratada faz com que o colágeno existente ali se contraia. Assim, estimula a produção de elastina e fibra colágena, responsáveis por dar mais firmeza e sustentação à pele.

A elevação da temperatura também faz com que as células de gordura tenham suas membranas rompidas. Dessa forma, são eliminadas do corpo em um prazo curto, o que proporciona resultados satisfatórios ao longo do tempo.

No tratamento para estrias brancas, a radiofrequência promove a reorganização das fibras de colágeno e elastina necessárias para melhorar a aparência das estrias, amenizando o aspecto visual delas.

Existem contraindicações para o tratamento para estrias brancas?

De maneira geral, o tratamento para estrias brancas ou vermelhas é contraindicado apenas para pessoas em condições específicas de saúde. Um exemplo são aquelas com pele muito sensível com tendência a processos inflamatórios mais intensos.

O tratamento para estrias brancas é contraindicado para:

  • gestantes;
  • mulheres em período de amamentação;
  • pessoas com herpes e dermatite;
  • quem ainda está em processo de emagrecimento.

Ainda, é sempre uma medida inteligente procurar um dermatologista para receber a orientação adequada antes de se submeter a qualquer tipo de tratamento. Assim como realizar os procedimentos em clínicas estéticas conceituadas.

Como evitar o surgimento das estrias?

A adoção de hábitos de vida mais saudáveis, sem dúvidas, é uma das maneiras mais efetivas de evitar o surgimento das estrias. Isso serve para qualquer parte do corpo, principalmente naquelas regiões que são passíveis de grande distensão, como barriga e bumbum.

Os cuidados com a alimentação e a prática de atividades físicas vão ajudar o organismo a manter-se saudável, evitando que a pele acabe se esticando e rompendo camadas e vasos sanguíneos. Para isso, esses hábitos devem ser um estilo de vida, e não realizadas apenas em momentos específicos como a preparação para a chegada do verão.

Além disso, o uso de cosméticos específicos também ajuda a prevenir o aparecimento de estrias vermelhas e brancas, consequentemente.

Existem centenas de cremes hidratantes e loções que auxiliam na melhora da hidratação da pele. Isso é bom porque faz com que seja mais difícil ocorrer o processo de rompimento das camadas que dá origem às estrias.

Estria tem cura?

Infelizmente, não existe uma cura definitiva para as estrias, uma vez que o processo de cicatrização e fibrose são irreversíveis. Porém, existem diferentes formas de amenizar a aparência.

Por se tratar de uma cicatriz que se forma depois que ocorre o estiramento de camadas de pele, é muito difícil conseguir eficazmente com que as camadas rompidas voltem a seu estado anterior.

Quando as estrias ainda estão com aquela tonalidade avermelhada ou arroxeada, os tratamentos estéticos conseguem resultados mais rápidos. As estrias ficam muito menos aparentes e, automaticamente, aumenta a autoestima dos pacientes.

O tratamento para estrias brancas é um pouco mais complicado, já que o rompimento da pele na região foi total, inclusive eliminando o fluxo sanguíneo no local, o que dificulta a ação dos medicamentos.

É possível obter bons resultados nos tratamentos em que a produção de colágeno na região é restabelecida, mas podem ser necessárias mais sessões para que se consiga chegar a um resultado satisfatório.

Mesmo sendo um problema que não tem uma cura definitiva, os tratamentos para estrias brancas e vermelhas ajudam os pacientes a se sentirem melhores com seus próprios corpos. Eles elevam sua autoestima e melhoram sua qualidade de vida.

As estrias brancas são linhas que se formam em decorrência da distensão de algumas áreas do corpo, trazendo frustração e baixa autoestima para aquelas pacientes que identificam o problema. Felizmente, existem tratamentos que podem amenizar o problema, mas é preciso manter, constantemente, os hábitos saudáveis e a hidratação. Além disso, é importante trabalhar a mente para aceitar o que não é possível resolver.

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