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Saber a diferença entre preenchimento dérmico e harmonização facial é importante para optar por um dos procedimentos após uma avaliação clínica e dermatológica minuciosa, além de considerar o custo das duas técnicas.

É interessante que o indivíduo converse com um especialista e exponha suas necessidades, para que, em comum acordo, avaliem a indicação do procedimento e as principais expectativas. Além disso, é crucial entender, também, os mitos e as verdades sobre preenchimento dérmico e harmonização facial, orientações pré e pós-procedimento e outros cuidados para garantir um efeito duradouro.

Ficou curiosa para saber mais sobre a diferença entre preenchimento dérmico e harmonização facial? Então, não perca nossa explicação sobre isso!

Afinal, o que é o preenchimento dérmico?

O preenchimento dérmico significa ocupar as áreas do rosto com substâncias que ajudam a amenizar as linhas de expressão. Normalmente, esse produto utilizado é o ácido hialurônico, que, quando direcionado para áreas dérmicas desejadas, garante um aspecto mais saudável na pele.

Então, o que acontece, primeiramente, é uma avaliação da pele, feita pelo profissional, que observa as principais linhas de expressão na testa, ao redor dos lábios (o famoso bigode chinês), na região lateral dos olhos, entre outros.

Após isso, ele determina a quantidade necessária a ser injetada em cada região, para deixar o rosto mais natural e com aspecto saudável e jovial, condizente com a idade do paciente, para não parecer artificial.

O procedimento é rápido, feito por meio de injeções de ácido hialurônico, e o paciente retorna às suas atividades cotidianas no mesmo dia, cuidando para não se expor ao sol forte.

Quais são as indicações do preenchimento dérmico?

O envelhecimento da pele é decorrente da perda de colágeno e elastina, que literalmente sustenta as regiões do rosto e pescoço. O resultado é uma pele mais enrugada, como pouco brilho, deixando o paciente com um aspecto cansado e com baixa autoestima.

Outros fatores que antecipam a perda de colágeno — como o hábito de fumar, a exposição constante ao sol forte, a pouca hidratação e o descuido com medidas preventivas, por exemplo, o uso de cremes dermatológicos — também facilitam o aparecimento das rugas.

Então, estudando os pontos de envelhecimento de cada pessoa, é possível avaliar quantas injeções serão necessárias e a quantidade a ser injetada, para amenizar as linhas de expressão mais evidentes.

O preenchimento dérmico também pode ser usado para aumentar o volume dos lábios, levantar a região abaixo da sobrancelha e reduzir o enrugamento do pescoço, do colo, entre outras opções.

Tudo dependerá do que o paciente deseja, o que é possível fazer por meio desse procedimento e qual é o custo do tratamento final, após as sessões determinadas pelo profissional da estética.

Quais são os resultados obtidos com o preenchimento dérmico?

Os resultados em curto e médio prazos são uma suavizada nas linhas de expressão e um contorno mais harmônico e jovial do rosto e das áreas aplicadas. Para tanto, é importante seguir alguns cuidados.

Primeiramente, é imprescindível usar sempre o protetor solar e evitar coçar a região onde ocorreu a aplicação. Em alguns casos, é possível que ocorram pequenos inchaços ou irritação da pele, que retorna ao normal com o tempo.

Normalmente, o efeito perdura por algumas semanas e, às vezes, podem ser necessárias novas aplicações, a depender da profundidade das rugas ou da quantidade que surgiu após uma aplicação.

Quais são os mitos sobre preenchimento dérmico?

O preenchimento dérmico é uma prática muito realizada pelos especialistas. No entanto, ainda existem alguns mitos em torno desse procedimento, que pode ser motivo para desencorajar as pessoas.

O primeiro deles é que a aplicação reduz a sensibilidade da pele, algo pouco provável. Isso porque a principal substância utilizada é o ácido hialurônico, que é compatível biologicamente, ou seja, bem tolerado na pele.

Por isso, não causa perda de sensibilidade na pele. Nem mesmo quando a aplicação ocorre em associação à toxina botulínica, dependendo da quantidade injetada. O profissional tem conhecimento sobre a quantidade e o tipo de pele da pessoa.

Outro mito relacionado ao preenchimento dérmico é que ele compromete as expressões faciais, o que, de fato, não acontece. O médico calcula a quantidade exata a ser injetada conforme a região. Então, é praticamente impossível modificar as expressões faciais.

É claro que o profissional sabe exatamente sobre essa quantidade, porém alguns pacientes tendem a solicitar mais do que recomendado. Nesses casos, o resultado pode ficar bem artificial e pouco harmônico.

Nesse sentido, uma conversa franca e objetiva é essencial para que o paciente tenha confiança no que foi proposto, evitando desgastes desnecessários com o profissional após o tratamento.

Por fim, o último e não mesmo importante mito de a aplicação ser um procedimento doloroso. O preenchimento dérmico é feito com agulhas finas que injetam pequenas quantidades no nível subcutâneo. Quando é administrado mais profundamente, o profissional usa um creme anestésico prévio.

O que acontece é um pequeno incômodo, por conta da aplicação da injeção, mas nada que não seja suportável. Quando o profissional sabe que fará uma aplicação mais profunda, ele já usa a pomada anestésica, evitando qualquer dor que porventura aconteça.

Qual é a diferença entre preenchimento dérmico e harmonização facial?

Enquanto o preenchimento dérmico trata pontos específicos, a harmonização facial avalia o rosto como um todo. Há especialistas que avaliam a harmonização facial como uma evolução do preenchimento dérmico. Isso porque não basta apenas preencher as linhas de expressão, é importante retirar gorduras em excesso, remodelar algumas partes do rosto ou suavizar regiões que trazem um ar de seriedade, rancor e tristeza.

Então, o profissional faz uma análise do que precisa ser mudado, considerando todos os tratamentos que podem ser incluídos para deixar a aparência do rosto o mais harmônica possível.

Avalia-se, por exemplo, a colocação de fios cirúrgicos para aumentar a sustentação da pele, a retirada do excesso das bochechas (bichectomia), o realinhamento das sobrancelhas, o preenchimento labial, a aplicação de toxina botulínica na testa, entre outras opções.

O preenchimento dérmico é um procedimento bastante procurado nos dias de hoje. Tem como finalidade, por meio de injeção de ativos, preencher os sulcos profundos e superficiais que causam as linhas de expressão decorrentes do processo de envelhecimento. O procedimento é rápido, mas deve ser feito por especialista que fará uma análise minuciosa da região a ser tratada, bem como orientará sobre os resultados e cuidados para manter o efeito por mais tempo.

Agora que já entendeu a diferença entre preenchimento dérmico e harmonização facial, não deixe de nos seguir Instagram, facebook e youtube e fique sempre por dentro de novidades!


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